Depois de derrotar Jeanine Matthews (Kate Winslet) em Insurgente, Tris Prior (Shailene Woodley) embarca em uma busca para descobrir mais sobre o mundo em que vive. Junto de Quatro (Theo James), Peter (Miles Teller), Caleb (Ansel Elgort) e Christina (Zoe Kravitz), ela parte para fora dos muros de Chicago para descobrir o que há além da cerca.
Com enredo fraco, A Saga Divergente: Convergente falha novamente na tentativa de ser um novo Jogos Vorazes. O clímax é diminuto; o último livro da saga podia ser facilmente adaptado em um só filme. Mas, como vivemos em um capitalismo selvagem, obviamente não seria assim.
O filme é essencialmente uma exposição de tecnologias futurísticas. Para os amantes de ficção científica, é um grande espetáculo. Inclusive é uma dessas tecnologias que faz a ligação entre a jornada de Tris e os acontecimentos dentro de Chicago.
A protagonista pode ser facilmente comparada com a fraca Cassie Sullivan de A 5º Onda. Desinteressante e tediosa, Tris não chega aos pés de Katniss Everdeen. O título de personagem mais intrigante fica com Peter, o alívio cômico da saga.
Atores e atrizes de peso, como Jeff Daniels, Naomi Watts e Octavia Spencer, são totalmente desperdiçados. O romance, tão presente nas distopias adolescentes, perdeu a graça depois do primeiro filme. Tris e Quatro são tão interessantes quanto dois criados-mudos.
A mensagem de não ao preconceito que o filme tenta passar perde a força diante do lamentável roteiro. O último filme da saga, Ascendente, que será dirigido por Lee Toland Krieger, precisará ser muito bom para salvar a saga do fracasso.


0 comentários:
Postar um comentário